domingo, 12 de janeiro de 2014
Felicidade clandestina... domingo de manhã
Gosto de pão de queijo quente com requeijão escorrendo. Cheiro de café novo. Na televisão, programas de culinária de receitas que não serão colocadas em prática. E um desejo que estes momentos não terminem nunca.
Domingo de manhã é felicidade.
sexta-feira, 10 de janeiro de 2014
quarta-feira, 8 de janeiro de 2014
Literalmente, força na peruca
domingo, 5 de janeiro de 2014
sábado, 4 de janeiro de 2014
quarta-feira, 18 de dezembro de 2013
Mel não combina com sal
Adianta os relógios, esconda o choro. Mas melancolia não falha. Roda lembrança remasterizada e recolorida. E quem disse que escapa de dar uma espiada?
Ai, melancolia, dá um tempo. Hoje, eu só preciso estudar estatística. Nada de saudades ou lágrimas que eu ainda preciso lavar a louça. Nada de vontade de gritar,tenho que estender a roupa. Nada de deprimir que amanhã levanto para trabalhar.
Tropeço em você pelas ruas de mão estendida a agarrar minhas pernas a tropeçar. E me pego falando de você, sem ninguém para conversar. Meus pensamentos dublados, é você sem nenhum talento.
Só me resta escrever, escrever, escrever. Para separar o sal e só sobrar o mel do que é, e não do que poderia ter sido.
Vai te catar, melancolia!
2013, o ano da pedreira
Menos expectativas e mais paz, são os meus votos! Menos engenharia e mais decoração.
segunda-feira, 16 de dezembro de 2013
Análise morfológica
sábado, 14 de dezembro de 2013
Tortura
quinta-feira, 12 de dezembro de 2013
Na tempestade
E a gente ainda tenta sorrir e dizer bom dia. Tenta seguir respirando ainda que o peito pese. Luto, deveria ser luta. Sobreviver e se transformar. Entender as decisões e seguir o caminho.
Os dias tem ficado mais difíceis. Espero que depois da tempestade desses olhos que nunca secam... melancolia. Sinto falta daqueles cheiros e daqueles planos.
Mas só posso desejar que eu me sinta menos tão sozinha, que ao menos acredite que alguém se importa. Que ao menos um dia eu possa ter sido relevante e ter feito a diferença em alguma vida, mesmo que por um minuto.
Despedida de Las Vegas
Horas críticas, dores cítricas... Falta açúcar, colo e sobra manha. Quero sono, que não traga sonhos.
Apostaria meu destino em Las Vegas, mas não deu tempo de chegar. Perdi por aqui mesmo. Sem todas aquelas luzes e o Elvis de peruca cantando.
Love me tender, love me sweet.
Never let me go.
Sequer recolheram as fichas. Sua aposta insignificante, questões burocráticas que a gente vê depois.
You have made my life complete,
And i love you so.
Quem apostaria em tal sonho? Let me go, so incomplete.
quarta-feira, 11 de dezembro de 2013
Um Rosa, sonhos cor-de-rosa
Guimarães Rosa
E assim, a gente teima continuar sonhando. Mesmo quando a vida insiste em ser resvalosa e ingrata.
Alto grau de pieguice emocional, mas, confesso que eu continuo achando lindo o amor... bicho burro!!
domingo, 8 de dezembro de 2013
Liquidando
Crise de ansiedade no supermercado. Não está na gôndola, mas a gente encontra.
Sobrevivendo ao cotidiano, por que ainda não existe reality show a respeito? Primeiro episódio, com sobreviver a uma ida ao supermercado em meio a uma depressão. Todas aquelas famílias planejando o almoço de domingo e você planejando sobreviver até a próxima segunda-feira.
sábado, 7 de dezembro de 2013
Socorra-me
Ainda há pouco, voltei dirigindo para casa. São Paulo toda vestida de Natal. E apesar de pieguice, atrás de cada luzinha, creio que exista uma intenção feliz. E me vi mais miserável por estar tão vazia. Aqui, ainda é quaresma.
A vida segue como um filme tedioso e repetido. As mesmas esperanças perdidas. A mesma casa vazia. As mesmas dúvidas. Onde foi que eu errei? Uma enorme saudade, apesar dos pesares.
Será que tenho que simplesmente aceitar que é sozinha que eu devo seguir? Nada de sonhos estúpidos de família e tranquilade. Afinal, esse desejo só me trouxe dor e desencanto.
Tenho vontade de gritar ou chorar até me desfazer. Deixar de existir eu adoraria, pois assim quem sabe desapareceria também toda essa dor que não cabe em mim.
Hoje, se eu pudesse, só pediria socorro. Socorro!! Socorro!! Alguém me responda. Por que tem noite que custa a passar na gente.
sexta-feira, 6 de dezembro de 2013
A saudade mata gente
Saudades deve ser um vírus. Ataca silencioso, mata devagar e dolorosamente. Um machado afiado a lascar pedacinho de gente.
Nunca mais vai me deixar descansar. Não vai permitir que eu sorria. Vai manter meu ar rarefeito. Vai consumir as melhores horas do dia.
Minhas olheiras marcam saudades. Cada dor do meu corpo tem seu nome. Faz cair meus cabelos. Ranger meus dentes.
A saudade vai me acabar. E eu peço, me acaba com você por que saudades dói, e eu só preciso que passe.