Amor, você mergulha de cabeça. Eu vou com a pontinha do pé, entrando devagarinho. Você espalha água para todo lado, sorri, faz festa. Fico toda respingada, infinitamente feliz de te ver como criança.
Não se canse, eu afundo de mansinho.
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
Zécutiva na TPM
Tirana, passional e malévola.
A fluoxetina de cada dia, nos dai hoje, e livrai-nos de todos os chatos. Amém!
A fluoxetina de cada dia, nos dai hoje, e livrai-nos de todos os chatos. Amém!
segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
Abrir espaço nos armários e no coração
Os armários de casa já estão vazios, o passado foi devidamente removido das gavetas, mas tudo ainda está bagunçado. Ainda não consegui terminar de arrumar.
Mas já sei que tenho espaço para novas lembranças. Só preciso reaprender a organizar as novidades. Saber onde guardar e como arrumar uma nova vida que se apresenta.
Separação é faxinão, amor novo é a entrega do caminhão de mudanças.
Socorro!! Tenho que dar conta.
Mas já sei que tenho espaço para novas lembranças. Só preciso reaprender a organizar as novidades. Saber onde guardar e como arrumar uma nova vida que se apresenta.
Separação é faxinão, amor novo é a entrega do caminhão de mudanças.
Socorro!! Tenho que dar conta.
quarta-feira, 6 de janeiro de 2010
2010: Tudo Novo de Novo
Tudo Novo de Novo
Paulinho Moska
Composição: Moska
Vamos começar
Colocando um ponto final
Pelo menos já é um sinal
De que tudo na vida tem fim
Vamos acordar
Hoje tem um sol diferente no céu
Gargalhando no seu carrossel
Gritando nada é tão triste assim
É tudo novo de novo
Vamos nos jogar onde já caímos
Tudo novo de novo
Vamos mergulhar do alto onde subimos
Vamos celebrar
Nossa própria maneira de ser
Essa luz que acabou de nascer
Quando aquela detrás apagou
E vamos terminar
Inventando uma nova canção
Nem que seja uma outra versão
Pra tentar entender que acabou
Mas é tudo novo de novo
Vamos nos jogar onde já caímos
Tudo novo de novo
Vamos mergulhar do alto onde subimos
Paulinho Moska
Composição: Moska
Vamos começar
Colocando um ponto final
Pelo menos já é um sinal
De que tudo na vida tem fim
Vamos acordar
Hoje tem um sol diferente no céu
Gargalhando no seu carrossel
Gritando nada é tão triste assim
É tudo novo de novo
Vamos nos jogar onde já caímos
Tudo novo de novo
Vamos mergulhar do alto onde subimos
Vamos celebrar
Nossa própria maneira de ser
Essa luz que acabou de nascer
Quando aquela detrás apagou
E vamos terminar
Inventando uma nova canção
Nem que seja uma outra versão
Pra tentar entender que acabou
Mas é tudo novo de novo
Vamos nos jogar onde já caímos
Tudo novo de novo
Vamos mergulhar do alto onde subimos
quarta-feira, 23 de dezembro de 2009
segunda-feira, 21 de dezembro de 2009
Se alguém perguntar por mim...
Diz que eu estou ótima. Saí por aí, levando o coração debaixo do braço.
Luz do sol
Ganhei de presente raios de luz. Ainda tenho dúvidas se secarão a lama que devastou tudo. É o ceticismo de quem ainda está abatida, limpando a sujeira da enchente traiçoeira.
O que alguém pode querer em uma terra arrasada?
Mas já sorrio mais, desejo, me entrego e até me sinto bonita. Aos poucos, parece que a cor vai voltando. Desconfio do azul, do rosa, verde, e de qualquer cor mais ousada. Mesmo assim, eu me esforço muito. Quero deixar tudo novo de novo. Desbancar a desesperança.
Pobre de quem não acredita que a vida recomeça a dia.
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
Contagem regressiva
Ontem, um choro grosso e dolorido veio completar a visita da saudade. Um choro que ainda não acabou, está entalado aqui na minha garganta.
Fui visitar amigos, encontrei os casais que conviveram com a nossa história. Todos fazendo planos, viagens, reformas, economias. Eu mal conseguia respirar ali. Sentia somente falta da minha história, dos meus planos.Tive que fugir para não desabar ali.
A vida segue, eu flutuo, afundo, mas não consigo chegar na praia. Conto os dias para o nosso casamento. Hoje faltariam cinco dias. Serão os dias mais doloridos da minha vida, num velório longo e pasmacento.
Fui visitar amigos, encontrei os casais que conviveram com a nossa história. Todos fazendo planos, viagens, reformas, economias. Eu mal conseguia respirar ali. Sentia somente falta da minha história, dos meus planos.Tive que fugir para não desabar ali.
A vida segue, eu flutuo, afundo, mas não consigo chegar na praia. Conto os dias para o nosso casamento. Hoje faltariam cinco dias. Serão os dias mais doloridos da minha vida, num velório longo e pasmacento.
domingo, 8 de novembro de 2009
Te chamo
Hoje eu acordei e, na cama, chamei seu nome, como era costume. Tem uma saudade maldosa me rondando. Comecei a sentí-la essa semana.
Tenho medo de saudade. Sempre tive. É um buraco que lateja na gente. Um desespero contido de querer mais.
Luto e me deixo levar ao mesmo tempo pelo gosto bom que essa saudade traz do eu não sinto mais.
Repreendo o meu chamado. Mas será que o meu coração gostaria que você ouvisse?
Tenho medo de saudade. Sempre tive. É um buraco que lateja na gente. Um desespero contido de querer mais.
Luto e me deixo levar ao mesmo tempo pelo gosto bom que essa saudade traz do eu não sinto mais.
Repreendo o meu chamado. Mas será que o meu coração gostaria que você ouvisse?
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
quinta-feira, 5 de novembro de 2009
Mulher moderna
Seria pedir demais que o vazamento do banheiro parasse, o pedreiro chegasse na hora, a comida estivesse pronta, o mercado feito e a secretária do lar sempre perfeita?
Ou que a unha estivesse sempre feita, o cabelo sempre sedoso, a cara sempre boa, a maquiagem sempre em cima e a bunda dura?
Ou que o trabalho estivesse mais interessante, os desafios instigantes e as pessoas encantadoras?
Acho que seria.
Ou que a unha estivesse sempre feita, o cabelo sempre sedoso, a cara sempre boa, a maquiagem sempre em cima e a bunda dura?
Ou que o trabalho estivesse mais interessante, os desafios instigantes e as pessoas encantadoras?
Acho que seria.
sábado, 31 de outubro de 2009
Desejo de amiga
A Ju de amanhã
Escrito por uma amiga muito querida
Escrito por uma amiga muito querida
Hoje acordei com o voal da minha sala bafejando sobre mim um sopro de vida. Vi os raios de sol que se espremiam no chão e, ao fundo, ouvi o burburinho alegre das crianças na praça. Naquele momento, renasceu em mim a sensação, o olhar e o som. Meus pés descalços se dirigiram à porta. Peguei o jornal. Não li a manchete, mas ao me sentar prazerosamente no sofá notei que a melhor notícia do dia era a minha volta. De uma viagem longa e nebulosa, cheia de curvas perigosas. O retorno ao meu próprio templo, abandonado por uma vida irreal, encheu a minha sala de alegria. E coloriu as flores sobre a mesa, antes acinzentadas pelos meus olhos marejados. O telefone tocou. Era uma amiga perguntando-me se eu estava só. Respondi estar muito bem acompanhada. Ela desligou, crente que um novo Luis havia preenchido as gavetas vazias da casa abandonada. Mas não era Luis, João, Pedro ou José. Era apenas Juliana. Tão cheia de vida que mal cabia naquele lar, um dia casa imaginada e sonhada por dois. Era apenas eu, saindo do samba de uma nota só para o samba do avião. Voei naquele instante pelos cinco sambas de Lupicínio e relembrei os tempos de Cuca. Sorri ao ouvir o poeta dizendo "eu gostei tanto, tanto quando me contaram que lhe encontraram bebendo e chorando na mesa de um bar". A vingança correu pelos meus nervos de aço. E me lembrei: nada melhor que um dia após o outro. Nada melhor que uma simples manhã de domingo, onde o vento no rosto, o sol na espreita e as crianças na rua valem muito mais que um conto de ilusões, onde dois valiam por meio. Nada melhor que estar, finalmente, viva!
sexta-feira, 30 de outubro de 2009
Sessão 4: A carta - Claudinho sem Bochecha
Carta a um ex-quase-futuro-marido
Sobre nós dois, a gente só acerta quando diz que se arrependerá de algo que fez ou disse. Pois é, sempre me arrependo dos lagartos que saem da minha boca. Tem dias, que o pântano que eu sou está tão espesso e cheio, que a lama transborda em lágrimas, palavras duras ou dores.
Tenho tentado desesperadamente sobreviver ao trauma. Você era o lugar para onde eu voltava todos os dias, para onde eu ia, de onde eu vim. Busco outros caminhos, outras praias, outros portos dentro de mim. Olho as gavetas vazias, e tenho dó das coisas que não tiveram tempo de se assentar nos seus lugares novos. Essa dó das coisas, é um pouco da dó de mim. Não tive tempo de me assentar no meu lugar, onde tanto tempo lutei para chegar.
Tento preencher todos os vazios, deixo recados para eu ler quando voltar em casa. Espalho perfumes e coisas coloridas pela casa para tingir de novo tudo o que acizentou. Tem dias que a certeza de que as cores voltarão me falta. Como hoje e toda esssa semana.
Apesar de ter perdido os rumos, sei que tenho que seguir em frente. Aquele lugar que eu amava tanto não existe mais. Foi devastado por um tsunami repentino, que não consegui detectar e nem fugir. Perdi, na enchente, minha nova família, minhas certezas e minhas cores. As coisas bonitas que eu adorava ficaram irremediavelmente sujas de lama.
Eu sou a desabrigada, jogando tudo o que ama fora, com o coração dolorido, para reconstruir uma nova história. Não adianta tentar limpar porque o cheiro e as marcas não saem. Não adianta tentar voltar porque aquele lugar só lhe refrescará o trauma, o frio, o medo, mesmo que lá eu tenha sido muito feliz. Não quero voltar para essa terra devastada.
Não quero mais viver de ultimatos, incertezas, migalhas de companhia, planos solitários, contas mal acertadas. Mesmo em meu dias vermelhos, tentei construir um lar, uma família, um sonho. E tentei com atos, atitudes concretas. Mesmo que deslizasse quando os lagartos me escaparam pela boca, sempre estive lá, assentando cada tijolinho. Presente.
Não sei onde te perdi pelo caminho. Penso que nunca te ganhei de fato, nunca te conheci, nunca fui sua primeira opção. Não consigo entender o que passou. O amor da minha vida se matou, e agora um fantasma segue me assombrando pois não consegue se desvencilhar da vida anterior.
Rezo para que sigamos. Não quero que você seja infeliz, só não acho justo que você seja mais feliz do que eu. Será que Deus perdoa esse meu desejo?
Ele ouviu muitas das minhas súplicas, quando em desespero chorava de pânico de pensar em minha vida sem você. Ele encheu de ar meus pulmões, quando meu peito falhava de saudade. Ele me amparou quando acordei várias noites assustada procurando você na cama. Ele me mandou sonhos doces para que parasse de me culpar pelo o que sou, como sou. Segurou minha mão para girar a chave e entrar novamente naquela casa vazia. Sentou ao meu lado quando liguei ou escrevi aos fornecedores do casamento.
Ele me ajudou a trilhar esse caminho sem volta, agora não quero mais olhar para trás. As vezes, ainda tenho impressão de que tudo isso não passa de um sonho ruim. Mas Deus sussurra no meu ouvido: querida, é verdade, vamos continuar, eu te amo.
Quero olhar adiante e acreditar que o futuro será acolhedor. Fazer novos planos, elaborar novas soluções. Esquecer a cena - eu naquele vestido de noiva, linda como nunca! Linda! Eu e minha mãe com os olhos cheios d´água, e era somente uma prova. Imagina se tivesse chegado no dia? Acho que se você tivesse visto, não teria tido coragem de destruir tamanha delicadeza.
No fundo, uma gota de auto flagelo, diz para mim: tanta beleza, tamanha felicidade, não podia ser para você. E luto todos os dias contra esse desencanto. Confesso que ainda não sei como recomeçar. Quando parece que estou aprendendo novamente a nadar, afundo. Mas aceito todas as bóias que a vida possa me entregar agora.
Você matou nossa beleza, estrangulou o que era amor, eu fiquei com a incumbência de providenciar o velório. Agora, deixe-me enterrar minhas dores, completar o meu luto, recompor a minha esperança. Não quero olhar mais para trás, tentar reanimar um relacionamento inerte, com uma pessoa que não conheço e não mais confio, apesar de tantos anos juntos.
Não imaginaria nunca que a trilha sonora do nosso amor deixasse de ser Claudinho e Bochecha. Mas a vida assim o quis, e não luto mais contra isso. Como não poderia deixar meu amor inconteste ao samba (espero que esse nunca me abandone), despeço-me de você com Noel Rosa. Espero que um dia possa ouví-lo e sentir pulsar um pouco do que se passa no meu coração.
Tenho tentado desesperadamente sobreviver ao trauma. Você era o lugar para onde eu voltava todos os dias, para onde eu ia, de onde eu vim. Busco outros caminhos, outras praias, outros portos dentro de mim. Olho as gavetas vazias, e tenho dó das coisas que não tiveram tempo de se assentar nos seus lugares novos. Essa dó das coisas, é um pouco da dó de mim. Não tive tempo de me assentar no meu lugar, onde tanto tempo lutei para chegar.
Tento preencher todos os vazios, deixo recados para eu ler quando voltar em casa. Espalho perfumes e coisas coloridas pela casa para tingir de novo tudo o que acizentou. Tem dias que a certeza de que as cores voltarão me falta. Como hoje e toda esssa semana.
Apesar de ter perdido os rumos, sei que tenho que seguir em frente. Aquele lugar que eu amava tanto não existe mais. Foi devastado por um tsunami repentino, que não consegui detectar e nem fugir. Perdi, na enchente, minha nova família, minhas certezas e minhas cores. As coisas bonitas que eu adorava ficaram irremediavelmente sujas de lama.
Eu sou a desabrigada, jogando tudo o que ama fora, com o coração dolorido, para reconstruir uma nova história. Não adianta tentar limpar porque o cheiro e as marcas não saem. Não adianta tentar voltar porque aquele lugar só lhe refrescará o trauma, o frio, o medo, mesmo que lá eu tenha sido muito feliz. Não quero voltar para essa terra devastada.
Não quero mais viver de ultimatos, incertezas, migalhas de companhia, planos solitários, contas mal acertadas. Mesmo em meu dias vermelhos, tentei construir um lar, uma família, um sonho. E tentei com atos, atitudes concretas. Mesmo que deslizasse quando os lagartos me escaparam pela boca, sempre estive lá, assentando cada tijolinho. Presente.
Não sei onde te perdi pelo caminho. Penso que nunca te ganhei de fato, nunca te conheci, nunca fui sua primeira opção. Não consigo entender o que passou. O amor da minha vida se matou, e agora um fantasma segue me assombrando pois não consegue se desvencilhar da vida anterior.
Rezo para que sigamos. Não quero que você seja infeliz, só não acho justo que você seja mais feliz do que eu. Será que Deus perdoa esse meu desejo?
Ele ouviu muitas das minhas súplicas, quando em desespero chorava de pânico de pensar em minha vida sem você. Ele encheu de ar meus pulmões, quando meu peito falhava de saudade. Ele me amparou quando acordei várias noites assustada procurando você na cama. Ele me mandou sonhos doces para que parasse de me culpar pelo o que sou, como sou. Segurou minha mão para girar a chave e entrar novamente naquela casa vazia. Sentou ao meu lado quando liguei ou escrevi aos fornecedores do casamento.
Ele me ajudou a trilhar esse caminho sem volta, agora não quero mais olhar para trás. As vezes, ainda tenho impressão de que tudo isso não passa de um sonho ruim. Mas Deus sussurra no meu ouvido: querida, é verdade, vamos continuar, eu te amo.
Quero olhar adiante e acreditar que o futuro será acolhedor. Fazer novos planos, elaborar novas soluções. Esquecer a cena - eu naquele vestido de noiva, linda como nunca! Linda! Eu e minha mãe com os olhos cheios d´água, e era somente uma prova. Imagina se tivesse chegado no dia? Acho que se você tivesse visto, não teria tido coragem de destruir tamanha delicadeza.
No fundo, uma gota de auto flagelo, diz para mim: tanta beleza, tamanha felicidade, não podia ser para você. E luto todos os dias contra esse desencanto. Confesso que ainda não sei como recomeçar. Quando parece que estou aprendendo novamente a nadar, afundo. Mas aceito todas as bóias que a vida possa me entregar agora.
Você matou nossa beleza, estrangulou o que era amor, eu fiquei com a incumbência de providenciar o velório. Agora, deixe-me enterrar minhas dores, completar o meu luto, recompor a minha esperança. Não quero olhar mais para trás, tentar reanimar um relacionamento inerte, com uma pessoa que não conheço e não mais confio, apesar de tantos anos juntos.
Não imaginaria nunca que a trilha sonora do nosso amor deixasse de ser Claudinho e Bochecha. Mas a vida assim o quis, e não luto mais contra isso. Como não poderia deixar meu amor inconteste ao samba (espero que esse nunca me abandone), despeço-me de você com Noel Rosa. Espero que um dia possa ouví-lo e sentir pulsar um pouco do que se passa no meu coração.
Silêncio de um minuto
Noel Rosa
Composição: Noel Rosa
Não te vejo e não te escuto
O meu samba está de luto
Eu peço o silêncio de um minuto
Homenagem a história
De um amor cheio de glória
Que me pesa na memória
Nosso amor cheio de glória
De prazer e de emoção
Foi vencido e a vitória
Cabe à tua ingratidão
Tu cavaste a minha dor
Com a pá do fingimento
E cobriste o nosso amor
Com a cal do esquecimento
Teu silêncio absoluto
Obrigou-me a confessar
Que o meu samba está de luto
Meu violão vai soluçar
Luto preto é vaidade
Neste funeral de amor
O meu luto é saudade
E saudade não tem cor
quinta-feira, 29 de outubro de 2009
Um chute da Bellinha
Da minha prima e da minha priminha que vai nascer:
"Todo dia, pode ter certeza, você está nas nossas orações. A Bellinha chutou e falou "Tia Juju, eu amo vc!". Fica bem prima e vamos nos falando, tá? Beijos".
Vocês estão tão longe, mas fiquei tão feliz! Vai um beijinho virtual.
"Todo dia, pode ter certeza, você está nas nossas orações. A Bellinha chutou e falou "Tia Juju, eu amo vc!". Fica bem prima e vamos nos falando, tá? Beijos".
Vocês estão tão longe, mas fiquei tão feliz! Vai um beijinho virtual.
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